[Resenha] House M.D.

House

House M.D., popularmente conhecida apenas como House, é uma série de televisão criada por David Shore e produzida por Bryan Singer. A série tem como foco a vida do nefrologista e infectologista Gregory House, que lidera uma equipe de diagnosticistas no Princeton-Plainsboro Teaching Hospital. House é viciado em Vicodin, um analgésico controlado. O médico é também manco, consequência de um infarto em sua perna, e utiliza o Vicodin para aliviar sua dor.

House conseguiu se tornar uma das minhas séries favoritas. O humor sarcástico e cínico do personagem, além de seu aparente desinteresse no bem estar dos pacientes, são características que destoam da nossa visão cotidiana de um médico. Tudo isso, somado aos desafiantes casos enfrentados por House e sua equipe, dão um ar único à esta série.

Outro fato curioso à respeito do personagem, é sua origem: Gregory House foi baseado no detetive criado pelo escritor inglês Sir Arthur Conan Doyle, Sherlock Holmes. As semelhanças mais óbvias são os nomes dos personagens e sua grande capacidade dedutiva.

House e Foreman

House e o neurologista Eric Foreman

Agora, as notas:

História: 9.0/10; Cada episódio trata de um caso estranho e desafiador, onde House e sua equipe tentam decifrar os sintomas dos pacientes e chegar a uma conclusão sobre o que está acontecendo com ele (a). Mesmo para que não tem conhecimento algum de medicina, o enredo é extremamente divertido de se acompanhar. Além disso, os conflitos pessoais dos personagens e o humor (na maioria das vezes ácido e sarcástico) contribuem muito para o desenrolar da narrativa.

Atuação: 9.7/10; Os atores são realmente muito bons. Os que mais chamam a atenção pelo modo como dão vida ao personagem são Hugh Laurie, que interpreta Gregory House, Robert Sean Leonard, no papel do único amigo de House, Dr. Wilson e Jennifer Morrison, que dá vida à Dra. Cameron. Um dos aspectos a se destacar é que Hugh Laurie interpretou tão bem o depressivo Dr. House que chegou ao ponto de sentir fortes dores na perna por ter de reproduzir os passos mancos do personagem, além de ter experimentado Vicodin para ter uma ideia de como é seu efeito.

Direção Artística: 9.5/10; A caracterização do hospital onde se desenrolam a maioria das cenas é muito bem feita. Os equipamentos, as cirurgias, o processo de tratamento e os incidentes apresentados são realmente muito realistas e servem para fazer o espectador se sentir tenso e atento.

Trilha Sonora: 9.0/10; Outro ponto interessante da série. As faixas musicais tocadas nos episódios merecem destaque, completadas pela excelente música de abertura.

NOTA FINAL: 9.3/10 — Excelente

House M.D. é, indiscutivelmente, um grande adendo à televisão internacional. Uma das melhores séries que eu já vi, pois, além de nos entreter e nos divertir, ainda nos traz conhecimento e nos faz refletir acerca de muitos aspectos de nossa vida.

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