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[Projeto Londrina] Manchetes

Nesse post iremos comentar algumas manchetes que englobam o recorte temática ”Cinema na cidade de Londrina”.

Casa de Cultura promove debate sobre cinema

Tal iniciativa é muito bem vinda, visto que projetos como este não são comuns na região. Através de debates como esse, podemos mudar nossa forma de ver filmes e obras audiovisuais, extraindo conhecimento de tais obras.
Também podemos notar que o debate será coordenado por um importante profissional da área, o que praticamente garante bons frutos advindos do evento. Além disso, as diversas qualificações do coordenador reforçam a ideia de que a cidade de Londrina possui bastante potencial no que diz respeito às artes, de modo geral.
Além do debate em si, também será possível que apreciemos a obra que deu origem ao evento ”Minha Terra, África”, um filme que nos faz refletir acerca de nossos valores e que chama a atenção para a violência ao redor do mundo.

Cineclube promove oficina de produção cinematográfica

A existência de uma oficina como essa é de extrema importância para que a cidade ganhe espaço na área de produção cinematográfica. Através dela, pode-se auxiliar na formação de um ótimo profissional, mostrando que o cinema também pode ser utilizado de forma didática.
além disso, a iniciativa pode atrair mais projetos e pessoas interessadas no assunto para a região da cidade de Londrina, fazendo que a área cresça cada vez mais, gerando retorno e capital para a cidade.
A oficina do Cineclube também estará ajudando jovens carentes a se focarem em uma profissão, afastando-os da rua e da violência.

UEL abre dia 11 o ciclo de cinema “Cine Capela”

Tal iniciativa é de extrema importância, não só para a cidade de Londrina, como também para o cinema nacional. O fato de uma universidade renomada no Paraná e no Brasil estar promovendo este tipo de evento colabora para que se tenha uma visão mais séria e social das artes cinematográficas, elucidando obras regionais e nacionais, o que desperta o interesse de jovens e estudantes para a atual cena cinematográfica de Londrina.
É importante ressaltar que são inciativas como essa que acabam por desenvolver o potencial de nossa cidade e atrair olhares para os projetos e eventos londrinenses.
Esperamos que mais eventos como este, também promovidos por outras universidades, colégios e escolas, ocorram em nossa cidade no futuro.

Mostra de Cinema debate Consciência Negra

Mais uma vez, podemos notar o uso do cinema como ferramenta conciliadora e didática. A presença de um cineasta tão importante para o cinema nacional na cidade para uma discussão acerca de um filme tão importante como ”Compasso de Espera” é, sem dúvida alguma, uma ótima oportunidade para o londrinense que deseja se inteirar melhor sobre a questão racial. O fato de que a discussão faz parte da programação de um evento apoiado por diversos grupos importantes, como o Laboratório de Cultura e Estudos Afro-brasileiros (Leafro), a Prefeitura Municipal de Londrina, o Conselho Municipal de Promoção de Igualdade Racial (CMPIR), o Movimento Negro de Londrina e o Departamento de Ciências Sociais da UEL , indica que o filme é uma parte importante da história do cinema nacional que está se fazendo presente na cidade de Londrina.

[Vídeo] Reportagem e entrevista com Rafael Arruda

Olá. Neste post, iremos apresentar uma entrevista que fizemos com o ator, diretor, produtor e apresentador Rafael Arruda. Na entrevista, Rafael respondeu algumas perguntas sobre o processo de criação de uma série ou filme, além de contar como começou sua carreira. No vídeo, também falamos sobre as séries mais antigas e sua influência no cenário atual, recomendando tanto séries dos anos 80/90, quanto as contemporâneas. Esperamos que gostem.

Aqui vai a transcrição parcial da entrevista. A parte em negrito é a que aparece no vídeo.

Pastel de Séries: E agora a gente vai fazer uma entrevista com o Rafael Arruda, do programa Entretendo. Ele também é ator e diretor. Vamos começar então. Quando surgiu o seu interesse por filmes, séries e programas?

Rafael: A minha formação começou com o teatro, fui professor de teatro. Aí chegou época da faculdade e decidi fazer jornalismo, mas mais focado na parte de publicidade e entretenimento. Procurei juntar o lado artístico com a parte do jornalismo.

Pastel de Séries: Você acha que é difícil iniciar uma produção independente no Brasil? Acha que falta incentivo por parte do governo e dos canais?

Rafael: É muito difícil mesmo. Tem que estar sempre inovando, tem que aprender bastante sobre comercialização, porque, na televisão, você tem que ter patrocinadores ou você não se sustenta. A pessoa que entra nesse meio querendo ser apenas um apresentador, se ela se focar só nisso, provavelmente não vai se dar muito bem. Então você tem que abrir os horizontes, procurar entender de tudo que envolve o programa: o contéudo, a apresentação, a edição, a produção, a venda… Sobre o incentivo, acho que depende muito mais de você correr atrás de empresas e pessoas que possam apoiar a sua ideia do que da própria TV, porque os canais recebem muitas propostas e apenas as mais completas vão ter o seu espaço.

Pastel de Séries: Você tem alguma dica para quem quer seguir carreira nesse meio televisivo ou trabalhar com séries, filmes ou programas?

Rafael:  Eu recomendo aproveitar a estrutura que os pais dão para aprender. Desde os meus 14 anos eu já ficava no computador, aproveitando pra mexer no Corel, fazendo alguma arte no computador. Eu fazia cartõezinhos e vendia para os amigos. Então, a dica é aproveitar o tempo livre para criar. Se você tem que um projeto e quer ver ele se tornar realidade, você tem que colocar tudo o que você precisa no papel para depois discutir com a sua equipe. E tem que ter muita força de vontade, porque sem ela você não consegue nada.

Pastel de Séries: Muito obrigado pela entrevista!

Rafael: De nada, espero que dê certo!

Então, essa foi a entrevista com o Rafael Arruda. O programa Entretendo é exibido toda sexta-feira às 21:20h na TV Tarobá, com reprise no sábado às 10:50h.

Agora, confira o vídeo com a entrevista:

Aprendemos, através desta experiência, muitas coisas sobre como funciona o processo de produção e direção de uma série e de um filme. É muito mais fácil aproveitar e valorizar uma obra como Breaking Bad, House, Game of Thrones, Boardwalk Empire ou Dexter quando possuímos uma noção do processo criativo e do esforço empregado na sua criação. Esperamos que tenham gostado do vídeo tanto quanto nós gostamos de produzi-lo.

Fontes: Cenas de Friends, The Sopranos, Game of Thrones, Mulher de Fases e da premiação do Emmy Awards 2010.

Indicados ao Emmy Awards 2011

A 63ª edição do Emmy Awards ocorrerá no dia 18 de Setembro de 2011, com uma lista de indicados divulgada recentemente. O prêmio é uma espécie de ”Oscar dos seriados” e é muito concorrido e valorizado no meio televisivo. Abaixo, segue a lista dos indicados em cada categoria, bem como o meu palpite do ganhador em negrito, em algumas das categorias.

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[Resenha] Game of Thrones

Game of Thrones

Quem sabe vocês tenham notado que, na parte do site intitulada ”Sobre”, minha série favorita não é mais Boardwalk Empire e sim Game of Thrones. Não que eu tenha mudado minha opinião sobre BoE, visto que ainda a considero uma das melhores séries que já vi, mas a qualidade de Game of Thrones é inquestionável. Diria até que é o Avatar das séries de televisão. E não, não é exagero.

Game of Thrones é uma série do canal pago HBO, baseada na série de livros criada pelo escritor americano G.R.R.Martin, A Song of Ice and Fire, seguindo fielmente a narrativa apresentada nos livros.

A série se passa nos Sete Reinos de Westeros e narra a história de Lord Eddard ”Ned” Stark e sua Casa, os Starks, e os acontecimentos que se sucedem ao chamado do velho amigo de Ned, Rei Robert Baratheon, para que o mesmo sirva ao seu lado como a ”Mão do Rei”, um cargo de muita honra e responsabilidade. Também acompanhamos a tentativa do ambicioso Viserys Targaryen de reconquistar o Trono de Ferro, atualmente ocupado por Robert Baratheon, ao casar sua irmã Daenerys com o Khal dos Dothraki (uma violenta tribo de guerreiros), Drogo.

Daenerys Targaryen

Daenerys Targaryen, Filha da Tormenta

Agora, vamos ver as notas:

História: 10/10: Digam o que quiserem, a narrativa de Game of Thrones supera em muito a maioria das outras séries de televisão. É algo simplesmente incrível. O mundo onde se passa GoT é rico em personagens cheios de personalidade e possui uma cultura rica, bem como uma história muito bem detalhada e importante.

Atuação: 10/10: Destaque para a atuação de Sean Bean, o Boromir de Senhor dos Anéis, no papel de Ned Stark, Peter Dinklage como Tyrion Lannister (que aliás, é um dos meus personagens favoritos), Kit Harington dando vida a Jon Snow, Jack Gleeson como Joffrey Baratheon e Emilia Clarke no papel de Daenerys Targaryen. Na verdade, não consigo pensar em nenhum ator cuja performance não é no mínimo excelente. Até aqueles que aparecem em apenas um episódio são fantásticos.

Direção Artística: 10/10: De cair o queixo. Os cenários são incríveis, as vestimentas dos personagens são bastante realistas e violência que aparece com frequência nos episódios é muito bem retratada, com destaque para a cena onde Khal Drogo arranca a língua de um oponente pela garganta aberta.

Trilha Sonora: 10/10: Perfeita. Faixas que trazem o espectador ao ambiente hostil e bélico que é Westeros. Os gritos de batalha e canções dos bardos são muito bons, também.

NOTA FINAL: 10/10 — Perfeito

E é isso. Não consegui achar um único defeito em Game of Thrones. Pra falar a verdade, como a primeira temporada cobre os acontecimentos do primeiro livro, acho que agora irei comprar o segundo livro, ”A Clash of Kings” pela internet. Até a próxima resenha.

[Resenha] The Mentalist

The Mentalist

Não sei o que vocês andam pensando, mas, para mim, o mercado das séries de televisão anda saturado nos últimos anos. Temas médicos e policiais andam tão em alta nos grandes canais que uma mudança de cenário iria fazer muito bem ao público. É claro que às vezes alguém tem uma ideia genial e nos surpreende com uma série incrível, como aconteceu com Breaking Bad e Boardwalk Empire, mas, no geral a regra para se produzir uma nova série hoje em dia parece ser clara: reciclar ideias.

E foi o que me pareceu The Mentalist, quando procurei saber um pouco mais sobre a série antes de assisti-la: uma grande reciclagem de ideias, uma mistura de House e Law&Order ( que, aliás, merece uma resenha aqui no Pastel de Séries). Por isso, confesso que não estava muito empolgado quando finalmente fui assistir o primeiro episódio. E depois descobri que, caso tivesse me empolgado com a série, estaria, agora, bem decepcionado.

The Mentalist é uma série com temática policial, criada e produzida por Bruno Heller. Estreiou em setembro de 2008 no canal CBS e narra a história de Patrick Jane, consultor da Agência de Investigação da Califórnia. Patrick possui grandes habilidades dedutivas, as quais utilizava para ganhar a vida em seu emprego anterior, como um falso vidente. Porém, após uma reviravolta chocante em sua vida, Patrick revela ser uma farsa e oferece seus serviços de investigação à AIC, onde acha os culpados por crimes praticamente insolúveis. Soa familiar? Pois é.

Patrick Jane

Patrick Jane, o protagonista de The Mentalist

Agora, hora das notas:

História: 7.7/10; A ideia de um ex-vidente como protagonista da série é interessante, mas é a única coisa de nova que The Mentalist tem a oferecer. Fora isso, tudo é igual ao que já estamos cansados de ver. A antiga profissão de Patrick poderia ter sido mais explorada no que diz respeito às peculiaridades e à própria visão do consultor à respeito de suas ações.

Atuação: 5.8/10; Péssima. O ator cuja atuação é ”menos pior” é Simon Baker, que interpreta o protagonista Patrick Jane, e mesmo assim não é um trabalho muito acima da média. Me pareceu que os roteiristas quiseram que o consultor fosse uma espécie de Gregory House da polícia, atribuindo-lhe uma grande capacidade de observação e um humor sarcástico e aparente indiferença com tudo e todos ao seu redor. Infelizmente, essa tentativa não deu muito certo: além de deixar o ex-vidente com um ar de cópia barata do famoso médico, os roteiristas o colocam em situações em que se é impossível manter a impassividade, tornando a cena completamente irreal. Os colegas de trabalho de Patrick parecem que só estão lá para servirem como um apoio arrumado às pressas, e a maioria não tem um pingo de carisma. Existem personagens importantes na trama e no desenvolvimento da história de Patrick cujos nomes eu nem me lembro! E isso não é resultado de uma noite mal dormida ou de uma perda súbita de memória e sim da falta de esforço dos atores em tentarem marcar o personagem no espectador. É triste ver Robin Tunney, que se saiu inacreditavelmente bem em Prison Break, mostrando uma performance tão pobre.

Direção Artística: 8.8/10; O único ponto bom da série. Os cadáveres e lesões são muito bem feitos, bem como as instigantes cenas onde ocorrem os crimes.

Trilha Sonora: 5.2/10; Faixas musicais pobres e sem apelo algum. As músicas de The Mentalist não parecem ser algo único da série, e sim faixas genéricas e sem uma personalidade própria.

NOTA FINAL: 6.8/10 — Ruim

Não me decepcionei com The Mentalist apenas porque já esperava algo genérico desse jeito. Não quero dizer que não vale a pena assistir pelo menos um ou dois episódios, visto que cada um tem seu próprio gosto. Contudo, The Mentalist não me convenceu e só parece confirmar o que já venho pensando há algum tempo e que disse no início deste post: é preciso criar mais e reciclar menos.

[Resenha] House M.D.

House

House M.D., popularmente conhecida apenas como House, é uma série de televisão criada por David Shore e produzida por Bryan Singer. A série tem como foco a vida do nefrologista e infectologista Gregory House, que lidera uma equipe de diagnosticistas no Princeton-Plainsboro Teaching Hospital. House é viciado em Vicodin, um analgésico controlado. O médico é também manco, consequência de um infarto em sua perna, e utiliza o Vicodin para aliviar sua dor.

House conseguiu se tornar uma das minhas séries favoritas. O humor sarcástico e cínico do personagem, além de seu aparente desinteresse no bem estar dos pacientes, são características que destoam da nossa visão cotidiana de um médico. Tudo isso, somado aos desafiantes casos enfrentados por House e sua equipe, dão um ar único à esta série.

Outro fato curioso à respeito do personagem, é sua origem: Gregory House foi baseado no detetive criado pelo escritor inglês Sir Arthur Conan Doyle, Sherlock Holmes. As semelhanças mais óbvias são os nomes dos personagens e sua grande capacidade dedutiva.

House e Foreman

House e o neurologista Eric Foreman

Agora, as notas:

História: 9.0/10; Cada episódio trata de um caso estranho e desafiador, onde House e sua equipe tentam decifrar os sintomas dos pacientes e chegar a uma conclusão sobre o que está acontecendo com ele (a). Mesmo para que não tem conhecimento algum de medicina, o enredo é extremamente divertido de se acompanhar. Além disso, os conflitos pessoais dos personagens e o humor (na maioria das vezes ácido e sarcástico) contribuem muito para o desenrolar da narrativa.

Atuação: 9.7/10; Os atores são realmente muito bons. Os que mais chamam a atenção pelo modo como dão vida ao personagem são Hugh Laurie, que interpreta Gregory House, Robert Sean Leonard, no papel do único amigo de House, Dr. Wilson e Jennifer Morrison, que dá vida à Dra. Cameron. Um dos aspectos a se destacar é que Hugh Laurie interpretou tão bem o depressivo Dr. House que chegou ao ponto de sentir fortes dores na perna por ter de reproduzir os passos mancos do personagem, além de ter experimentado Vicodin para ter uma ideia de como é seu efeito.

Direção Artística: 9.5/10; A caracterização do hospital onde se desenrolam a maioria das cenas é muito bem feita. Os equipamentos, as cirurgias, o processo de tratamento e os incidentes apresentados são realmente muito realistas e servem para fazer o espectador se sentir tenso e atento.

Trilha Sonora: 9.0/10; Outro ponto interessante da série. As faixas musicais tocadas nos episódios merecem destaque, completadas pela excelente música de abertura.

NOTA FINAL: 9.3/10 — Excelente

House M.D. é, indiscutivelmente, um grande adendo à televisão internacional. Uma das melhores séries que eu já vi, pois, além de nos entreter e nos divertir, ainda nos traz conhecimento e nos faz refletir acerca de muitos aspectos de nossa vida.

[Resenha] The Walking Dead 1ª Temporada

The Walking Dead

Produzida por Frank Darabont (conhecido por dirigir The Shawshank Redemption, The Green Mile e The Mist, filmes baseados nas famosas obras do escritor Stephen King), The Walking Dead estreiou em Outubro de 2010, baseada na graphic novel de  mesmo nome escrita por Robert Kirkman, Tony Moore e Charlie Adlard.

A série já começou com um sucesso estrondoso: talvez sejam os atores, o clima de insegurança e terror, o sangue e as entranhas voando à esmo pela tela ou o simples fato de que todos adoram zumbis. De qualquer modo, esta série é bastante boa e seu sucesso faz todo o sentido.

The Walking Dead narra os eventos que se seguem a um apocalipse zumbi, sob a perspectiva do xerife Rick Grimmes. Ao atender uma chamada policial, Rick é baleado e entra em coma. Ao acordar, encontra o hospital em caos, repleto de mortos vivos. Sem entender a situação, o xerife procura desesperadamente sua família, ao mesmo tempo em que tenta se manter vivo e lúcido em meio a um mundo devastado.

Rick Grimmes

Rick Grimmes

E agora, as notas:

História: 8.2/10; A história não é o ponto alto da série, pecando em algumas partes, mas, no geral, faz sentido. O que tira pontos nesse quesito é o clichê de sempre: zumbis. Embora The Walking Dead dê uma repaginada no conceito, você ainda fica com aquela sensação de ”Eu já vi isso antes”. Outra coisa importante de se destacar são as contradições no enredo: em certo ponto da trama, Rick avisa à alguns sobreviventes sobre a importância de não deixar o sangue dos zumbis tocar seus olhos, pele ou boca. Entretanto, em vários momentos, em diferentes episódios, pode-se observar os personagens praticamente se banhando em sangue dos mortos-vivos, sem nem esboçar preocupação.

Atuação: 9.0/10; O elenco desta série é muito bom. Destacam-se Andrew Lincoln no papel do personagem principal Rick Grimmes, a excelente atriz Sarah Callies que dá vida à esposa de Rick, Lori, e os carismáticos Jeffrey DeMunn e Steven Yeun, que interpretam, respectivamente, Dale Horvath e Glenn.

Direção Artística: 9.5/10; Ótima. O efeito das vísceras, dos golpes e dos tiros é muito bem produzido. O próprio visual dos mortos-vivos é extremamente bem feito, podendo inclusive não ser apropriado para determinadas audiênciais.

Trilha Sonora: 8.5/10; Não é uma obra prima, mas completa e enfatiza o clima sombrio e assustador da série.

Outro ponto interessante da série são as relações humanas e sociais em uma situação de catástrofe como essa, em que os efeitos parecem ser quase definitivos. Isto será abordado em outro post, pois é um ponto amplo e interessante, sendo melhor não o resumir.

NOTA FINAL: 8.8/10 — Bom

Aí está uma série interessante, que parece ter ainda muito conteúdo a apresentar. A AMC já renovou The Walking Dead para uma segunda temporada, que será composta de 13 episódios, mais que o dobro da primeira temporada. Acho que isso, por si só, já é prova de seu sucesso em relação ao público.